Essa onda de pré-vestibular tá, tipo me matando. Super sério. E com menos de uma semana de aula.
Então eu vou prestar pra Comunicação, o que significa estudo pra chuchu. Aliás, chuchu é uma palavra tão bacaninha. Bacaninha, aliás, é outra palavra super bacaninha.
Bem, só pra avisar que dificilmente terei dois minutos pra postar por aqui. Ou eu respiro, ou digito.E eu acho qeu ainda precisa nutrir minahs células de oxigênio, embora comer e dormir já estejam fora da minha lista de necessidades possível.
Não que eu tenha comparecido muito ao Vox nos últimos tempos... mas achei que seria justo dar satisfações aos meus leitores inexistentes.
Poxa, beijomeliga.
=*
Eu juro que adoraria me convencer a fazer qualquer outro curso que não comunicação.
Porque eu non vou passar ou, se passar, vou ficar desempregada pro resto da vida.
E a relação candidato/vaga é, tipo assim, oh =O
Um dia altamente bacana
ahh gosto muito.
escutoooooooou?
=*
1. Memória de minhas putas tristes - Gabriel García Márquez
2. 1984 - George Orwell
3. Auto-biorgrafia não-autorizada - Lemony Snicket
4. Doze contos peregrinos - Gabriel García Márquez
5. A Mediadora (Arcano Nove) - Meg Cabot
6. A Mediadora (Reunião) - Meg Cabot
Okk, eu sei qeu são os posts mais entediantes ever, mas é só uma coisa que eu sempre tive curiosidade de saber, já que minha memória peixinho-dourado nunca me permite lembrar de, tipo, a maior parte das coisas.
=*
1. Memória de minhas putas tristes - Gabriel García Márquez (que provavelmente foi nesse ano, já que eu ganhei no Natal - ou I hope so)
2. 1984 - George Orwell
3. Auto-biorgrafia não-autorizada - Lemony Snicket
4. Doze contos peregrinos - Gabriel García Márquez
5. A Mediadora (Arcano Nove) - Meg Cabot
sou uma pessoa altamente bacana =)
Até porque não é possível que eu tenha lido 13 livros E uma auto-biografia e não tenha entendido nada.
Eu quero e quero agora >.<
Eu estava, tipo assim, pretendendo fazer uma lista dos livros lidos em 2008. E pensei em começar a fazê-la assim que terminasse o primeiro livro. Oh-oh, óbvio que esqueci e a minha memória não é a mais bacanona do ocidente, por assim dizer.
1. Memória de minhas putas tristes - Gabriel García Márquez (que provavelmente foi nesse ano, já que eu ganhei no Natal - ou I hope so)
2. 1984 - George Orwell
3. Auto-biorgrafia não-autorizada - Lemony Snicket
Em curso de, Doze contos peregrinos - Gabriel García Márquez y O Arcano Nove - Meg Cabot (Meg Cabot chatonilda, mas nem tanto assim).
Gostaria muito de consiguir o Beatrice Letters, mas parece não um exemplarzinho na internet tooooda ;_;
Oh, como sofro.
Curso aos sábados é muito, muito insuportável.
Do tipo "argh, ainda faltam três horas de aula"
Nha
Texto escrito por mim e pela Cassita =) Está certo, estou um pouco acima do peso. Minha nutricionista me alertou quanto a chás com esses biscoitos amanteigados, mas, por mais que tente, eu não consigo resistir. Foi pelo cheiro - e olfato é uma das grandes sacadas de ser um felino muito elegante e bacana - que descobri a mesa posta. Aconcheguei-me no parapeito da janela, esperando sinceramente que um dos dois camaradas ali sentados me convidassem para entrar. Eles, no entanto, não pareciam estar dando muita importância à minha presença. O sujeito da cabeceira lia um jornal, sem ligar para as migalhas que afogavam seu paletó roxo. Eu apostaria meus bigodes que se tratava de um daqueles intelectuais excêntricos. O outro, acho que não me viu. Aliás, duvido muito que tenha visto alguma coisa qualquer naquele dia, partindo do fato de que mal alcançava a mesa. Não consegui imaginar uma forma de como aqueles bracinhos curtos alcançariam a manteiga. Ele poderia, sim, comer suas torradas e seu chá, mas sem nenhuma manteiga! O que seria de um chá sem manteiga, eu pergunto? Digo, portanto, que a tarde dele estava predestinada a ser completamente frustrante e traumática. E, até aquele momento, nenhum convite havia surgido. - Escuto o som de guizos? - uma voz veio da pequena pessoa que estava sentada na caderia. Tudo que se via dela eram os cabelos castanhos e despenteados - E onde estão meus livros? Como espera que possa comer sem meus livros? - Acho que os guizos foram imaginação sua, mas seus livros estão na sala. Pegue-os se quiser - o homem não desviou os olhos do jornal e as migalhas continuaram caindo em seu paléto. Um desperdício se querem saber a minha opinião, elas poderiam estar a caminho do meu estômago agora - Não seja rude, ou da próxima vez que chegar aqui, os livros estarão na sua cabeça - o cocoruto castanho saiu de vista, e os barulhos de passos, que me pareciam bem irritados, começaram. Logo depois, um 'bump' forte e um tanto assustador me chamou atenção de volta para a mesa, e eu finalmente vi o dono daquela voz. O homem, igualmente surpreso, baixou o jornal e procurou pelo camarada. Foi neste mesmo instante que as coias começaram a sair do meu controle - e, quando eu digo "sair do controle", é porque a ordem natural não está sendo muito bem respeitada. Pude ver, mais nitidamente que gostaria, uma folha em branco no lugar que deveriam estar as primeiras notícias de um jornal. Posso não saber ler, mas meus olhos nunca me enganam. Virei a cabeça em busca do menor, buscando alguma solidariedade quanto ao estranho que continuava a espalhar farelos por todos os cantos. A cabeça-sem-corpo, que é o nome que, até então, me parecia mais adequado, sugiu imponente na mesa, arrepiando os pêlos sedosos da minha cauda. Junto com a cabeça, porém, vieram tronco e membros, e fiquei muitíssimo satisfeito em saber que o homem havia usado os livros como assento. Até porque, ler é muito chato. Sobre o homenzinho, sinto dizer, no entanto, que ele me parecia um sujeito mais atraente quando estava encoberto pela mesa. A voz não era infantil, mas a aparência sim. Usava uma blusa branca de botões, aquelas típicas de pessoas entediantes, com uma gravata borboleta amarela e os cabelos eram ainda mais bagunçados do que pareciam, como se ele tivesse passado a tarde rolando na grama com um novelo de lã. Olhou para a janela e pela primeira vez fui visto, o que é de se estranhar, visto que sou um gato um pouco fora dos padrões de tamanho. - Além de ler um jornal sem notícias é surdo! - exclamou enquanto se servia de uma xícara de chá, que eu sinceramente espero seja de chá preto. Ficaria tão bem com aquele bolo coberto de morangos em cima da mesa... - Como não ouviu guizos se tem um gato usando um parado bem em sua janela? - o homem virou a cabeça para a janela e colocou os olhos cor-de-limão sobre mim e abriu um grande sorriso. - Hora, vejam se não é o velho senhor snugly! - miei, esse não era meu nome. Não era o meu nome, mas bem poderia passar a ser se isso significasse uma porção de biscoitos amanteigados. Miei mais alto e deixei que esfregassem a minha barriga. Bem, agora não poderia faltar muito mais. Ser simpático é muito trabalhoso. O homem, no entanto, perdeu o interesse em mim em poucos minutos - e sem nenhum biscoito para contar história. Miei mais alto, buscando alguém um pouco mais gentil. Estava passando fome, oras! Será que ninguém mais se compadece de um gato gordo com fome? O homenzinho ergueu seus olhos arredondados e olhou-me como se tivesse acabado de reparar na minha presença. - MelDels! Olhe, tem um gato enorme no parapeiro! - disse, aparentemente e estranhamente, se é que o bom senso me permite colocar dois 'mente' na mesma oração, surpreso. Miei indignado. Era demais pra mim. Com um salto tão gracioso quanto possível com meus quilos extras, subi na mesa e lá fiquei por tempo suficiente que me permitisse abocanhar um grande pedaço de qualquer coisa que me parecesse com um gosto extraordinário - apesar da ciência geral que coisas bonitas tendem a não ser tão gostosas, meus olhos são grandes e falam mais alto na maioria das vezes. Pulei de volta ao parapeito e corri o mais rápido que minhas patinhas curtas me permitiram. Se eu soubesse ler, coisa que não sei, talvez tivesse notado o triste letreiro da entrada. "Sanatório Santa Luzía".
três mortas de fome! =D read more
on Vestibular - Parte 1